Bongiorno signora, bongiorno caríssimo. É sempre um grand piacere estar aqui com vocês. Espero que no próximo anni a gente possa se divertir mais, encontrar piacere nas cosa simples da vita, sem precisar ficar com a cabeça no pagamento das conta e nessa aflicione de ir pra lá e pra cá, sensa sapere se está indo na direcione certa ou na errada.
A mia receita de felicitá é multo simples: faz aquilo que ama. Se entrega de tutto o su coracione. Non deixa reserva. Vai em frente. Enfrenta su objetivo e persevera. Conquista e segue em frente. A vita é curta, mas a arte é longa, já dicia o grand filósofo. Ele queria dizer o seguinte: si o signore non ama o qui está fazendo, pára de fazer. A vita é curta pra se perdere com aquilo qui non nos dá satisfacione. Pensa na sua obra, no seu castelo. Constrói ele pedra por pedra. Lá na frente, um dia, você non vai me acreditar como ele a ficado grand.
Cuando vierem as dificultá, os obstáculo, passa por eles e segue em frente. Non fica piagendo pela oportunitá perdita. Outra vai surgir lá adiante. É essa que vale a pena.
Segue em frente. Descobre o piacere de dar, sensa preocupacione de recebere. Non espera mudarem o mondo. Toma a iniciativa. Muda o mondo qui está na sua volta.
Seja paciente com os qui pedem. Ajuda quem merece. Estende a mano pra quem se afoga.
Abra su coracione com o amice próximo. Aproveita o dia de sol. No dia de chuva, tira o sapato e passeia pelas grama molhada. Respira. Você vive. Levanta as mano para o celo e agradece. "Gracia a Dio, por mais um giorno sobre a Terra." Pensa em fazere o melhor para o su paise, sua citá, su bairro, sua rua e o dentro da sua casa.
Se oggi non está bono, manhana melhora. Tenha fé em Dio, mas tenha fé principalemente em si mesmo.
Bongiorno 2008. Seja benvenuto.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Bon Natale e felice 2008
Bongiorno signora, bongiorno cavalieri.
É um grand piacere estar aqui com os caríssimos amici nesta nova plataforma digitale.
Quero desejar, de tutto o mio coracione, um excelente Natale e um ano novo pleno de alegria e realizaciones. Que em 2008 a gente se preocupe menos com a violenza e mais com o sorriso dos bambini; que a gente chore menos, se preocupa menos; e tenha mais motivo pra rir das cosa bela do nosso mondo.
O Natale, per me, tem um sapore speciale. É uma data qui me lembra aconchego, família, os piacere das cosa simples e qui nos deixa encantado. Fecho os mios ochio e me vejo de volta à infância. A mia querida nona preparando a Ceia. O cheiro delicioso qui venia da cocina. Aquela mistura dos aroma. O panetone que saía fumegante do fogão Continentale, um aparato pequeno, de uma colore indefinida, com uma pintura em forma de pintinhas, mas que era capace de produzire uma série de delícias increibiles.
Mais o qui io me chama mesmo a memória e qui me deixa ainda emocionado nesses dias de oggi era a lembrança da mia família, em volta da mesa. As face corada. As conversa qui às vezes se tornava acalorada, com as discussione da política. Mais acima de tutto o qui ficava presente nas memória mia de bambino era o piacere, a felicitá de tutto eles unido no círculo único qui representa a famiglia.
Espero um Natale speciale a tutto os mios amici lettore, qui me acompanharo nas página do Diário e agora vem se encontrar comigo aqui na Internética. Quero agradecere de coracione a tutta as carta, os e-mail qui me foram enviado, e dizere qui o carino de vocês foi o melhor presente qui io podia pedir a Dio.
Fica com Gesu e sob a protecione de Nossa Senhora da Aparecida. Qui Dio proteja tutta su famiglia, qui a pace reina na sua casa, qui o signore e a signora tenha mais motivo pra se encantar com a felicitá e com as possibilitá qui a vida nos oferece.
Arrivederci.
É um grand piacere estar aqui com os caríssimos amici nesta nova plataforma digitale.
Quero desejar, de tutto o mio coracione, um excelente Natale e um ano novo pleno de alegria e realizaciones. Que em 2008 a gente se preocupe menos com a violenza e mais com o sorriso dos bambini; que a gente chore menos, se preocupa menos; e tenha mais motivo pra rir das cosa bela do nosso mondo.
O Natale, per me, tem um sapore speciale. É uma data qui me lembra aconchego, família, os piacere das cosa simples e qui nos deixa encantado. Fecho os mios ochio e me vejo de volta à infância. A mia querida nona preparando a Ceia. O cheiro delicioso qui venia da cocina. Aquela mistura dos aroma. O panetone que saía fumegante do fogão Continentale, um aparato pequeno, de uma colore indefinida, com uma pintura em forma de pintinhas, mas que era capace de produzire uma série de delícias increibiles.
Mais o qui io me chama mesmo a memória e qui me deixa ainda emocionado nesses dias de oggi era a lembrança da mia família, em volta da mesa. As face corada. As conversa qui às vezes se tornava acalorada, com as discussione da política. Mais acima de tutto o qui ficava presente nas memória mia de bambino era o piacere, a felicitá de tutto eles unido no círculo único qui representa a famiglia.
Espero um Natale speciale a tutto os mios amici lettore, qui me acompanharo nas página do Diário e agora vem se encontrar comigo aqui na Internética. Quero agradecere de coracione a tutta as carta, os e-mail qui me foram enviado, e dizere qui o carino de vocês foi o melhor presente qui io podia pedir a Dio.
Fica com Gesu e sob a protecione de Nossa Senhora da Aparecida. Qui Dio proteja tutta su famiglia, qui a pace reina na sua casa, qui o signore e a signora tenha mais motivo pra se encantar com a felicitá e com as possibilitá qui a vida nos oferece.
Arrivederci.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Mio amice Arquimedes
Carino
Bongiorno signora, bongiorno caríssimo. Durante o período em qui io a escrito para o Diário do Grande ABC, uma lettora multo speciale me a escrito quasi diariamente. É uma persona qui me vóglia conhecere pessoalmente e partilhare de su amizade. Veja qui bela carta qui ela me a escrito:
Como sempre fiz nos últimos 3 anos, peguei o jornal de domingo e fui direto para a página da sua coluna e só então acreditei. Nossa Beppo senti uma dor profunda, uma tristeza mesmo. E imagino que você também deve estar chateado. Se estiver, pense assim: O Diário foi muito legal, mas era um apêndice na sua vida, porque quando o Diário chegou em você, sua vida já estava pronta - família, amigos, bar do Pinhata, pizzaria do Gino...Foi um apêndice legal, claro, porque te projetou e você conquistou mais amigos e o carinho de várias pessoas. Entretanto, quando o apêndice apresenta algum problema ele é retirado e não faz falta, certo? Então bola pra frente, o Diário é quem perde. Mas, ao mesmo tempo, fiquei muitíssimo feliz por você ter colocado seu blog no ar porque agora posso acessá-lo sempre e continuar essa ligação com você que me faz tão bem e ainda relembrar as crônicas que você já escreveu. Aquelas em que você citou o meu nome eu recortei e guardei. Beppo, quanto aquela homenagem que você fez aos seus leitores citando o meu nome, saiba que foi um dos momentos mais emocionantes que já passei e ficará marcado para sempre em minha vida. Você já faz parte da história do Diário e, por tabela, eu também estou inserida nela pois fiz parte da sua derradeira coluna no jornal. Eu lhe desejo Feliz Natal com muitas alegrias junto aos seus e que 2008 lhe traga novos desafios. E me aguarde, porque ainda não desisti da idéia de dar plantão no bar do Pinhata para enfim conhecê-lo pessoalmente. Assim que descobrir o endereço do bar vou me programar. Um forte abraço do fundo do meu coração. Sua amici Badiha Moustapha Jarouche.
Agradeço multo suas palavra, caríssima signora. Só o fato de ter conhecido pessoas assi, como a signora, me deixa com a sensacione do devere cumprido.
Como sempre fiz nos últimos 3 anos, peguei o jornal de domingo e fui direto para a página da sua coluna e só então acreditei. Nossa Beppo senti uma dor profunda, uma tristeza mesmo. E imagino que você também deve estar chateado. Se estiver, pense assim: O Diário foi muito legal, mas era um apêndice na sua vida, porque quando o Diário chegou em você, sua vida já estava pronta - família, amigos, bar do Pinhata, pizzaria do Gino...Foi um apêndice legal, claro, porque te projetou e você conquistou mais amigos e o carinho de várias pessoas. Entretanto, quando o apêndice apresenta algum problema ele é retirado e não faz falta, certo? Então bola pra frente, o Diário é quem perde. Mas, ao mesmo tempo, fiquei muitíssimo feliz por você ter colocado seu blog no ar porque agora posso acessá-lo sempre e continuar essa ligação com você que me faz tão bem e ainda relembrar as crônicas que você já escreveu. Aquelas em que você citou o meu nome eu recortei e guardei. Beppo, quanto aquela homenagem que você fez aos seus leitores citando o meu nome, saiba que foi um dos momentos mais emocionantes que já passei e ficará marcado para sempre em minha vida. Você já faz parte da história do Diário e, por tabela, eu também estou inserida nela pois fiz parte da sua derradeira coluna no jornal. Eu lhe desejo Feliz Natal com muitas alegrias junto aos seus e que 2008 lhe traga novos desafios. E me aguarde, porque ainda não desisti da idéia de dar plantão no bar do Pinhata para enfim conhecê-lo pessoalmente. Assim que descobrir o endereço do bar vou me programar. Um forte abraço do fundo do meu coração. Sua amici Badiha Moustapha Jarouche.
Agradeço multo suas palavra, caríssima signora. Só o fato de ter conhecido pessoas assi, como a signora, me deixa com a sensacione do devere cumprido.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Arrivederci
Escrevo questa coluna pela última vez no giornale Diário do Grande ABC. Foram três anni de multa felicitá e piacere. Multos lettore me escrevero, sempre com carino e respeto.
Devo dire qui no começo, cuando comecei a colocar no computadore os pensamento da mi cabeça, a mia signora a ficado preocupada. Ela achava qui os lettore revoltado ia pôr abaixo questo grandíssimo giornale.
"Um giorno eles se cansa das bobage qui você escreve, seu maledetto, e vão empastelar o prédio do Diário", ela me dicia.
Passaro os tempo, o prédio do Diário a permanecido no lugar e io mesmo nunca qui me levei uma pedrata na cabeça. Ao contrário, os lettore me enviaro livro de aventura, de poesia, belas carta e até um estudante de comunicacione sociale me convidou pra dar umas palestra.
Lá no Bar do Pinhata, os mios amici me chamava de “giornalista” e até nas rua os vizinho me cumprimentava, com um aceno. Os homem levantava o chapéu. Quer dizer, fazia aquele gesto de levantare o chapelo, perche oggi nensuno mais usa questo ornamento.
Nesses três anni, io a procurado contar a história das pessoa da mia vila, com multa dignidade e respeito. Teve vez qui io a ficado multo chateado, como cuando a povera cachorrinha Cindy a morrido sufocada, presa dentro de um carro no estacionamento de um shopping da regione.
Mais no generale espero ter divertido os lettore com as mias história, tutta elas verdadeira e por isso mesmo nem sempre com pé e cabeça nos lugar qui deveria.
Agradeço do fundo do coracione ao mio grand amice Evenson Dotto, “o dono do giornale”, qui me a proporcionado questa grand aventura.
Agradeço aos lettore qui me escrevero pra comentar as bobage qui io escrevia.
E quero fazere um agradecimento speciale à lettora Badiha Jarouche, qui me a escrito tutta as settimana, desde qui questa coluna a começado, e, citando o nome dela, homenagear tutto os mios lettore.
Como dicia o grand Juó Bananére, “poeta, barbière e soldato”, eterno “gandidato a Academia Baolista de Letras”, “vai a primiéra pombigna dispertada, I maise otra vai disposa da primiéra; I otra maise, i maise otra, i assi dista maniera,Vai s'imbota tutta pombarada”.
Assim como as pombigna do Juó Bananére, io também ponho a mia viola no saco e vou m’embora.
Fica com Dio. Qui Gesu e Nossa Senhora da Aparecida proteja tutta su famiglia. Arrivederci.
Devo dire qui no começo, cuando comecei a colocar no computadore os pensamento da mi cabeça, a mia signora a ficado preocupada. Ela achava qui os lettore revoltado ia pôr abaixo questo grandíssimo giornale.
"Um giorno eles se cansa das bobage qui você escreve, seu maledetto, e vão empastelar o prédio do Diário", ela me dicia.
Passaro os tempo, o prédio do Diário a permanecido no lugar e io mesmo nunca qui me levei uma pedrata na cabeça. Ao contrário, os lettore me enviaro livro de aventura, de poesia, belas carta e até um estudante de comunicacione sociale me convidou pra dar umas palestra.
Lá no Bar do Pinhata, os mios amici me chamava de “giornalista” e até nas rua os vizinho me cumprimentava, com um aceno. Os homem levantava o chapéu. Quer dizer, fazia aquele gesto de levantare o chapelo, perche oggi nensuno mais usa questo ornamento.
Nesses três anni, io a procurado contar a história das pessoa da mia vila, com multa dignidade e respeito. Teve vez qui io a ficado multo chateado, como cuando a povera cachorrinha Cindy a morrido sufocada, presa dentro de um carro no estacionamento de um shopping da regione.
Mais no generale espero ter divertido os lettore com as mias história, tutta elas verdadeira e por isso mesmo nem sempre com pé e cabeça nos lugar qui deveria.
Agradeço do fundo do coracione ao mio grand amice Evenson Dotto, “o dono do giornale”, qui me a proporcionado questa grand aventura.
Agradeço aos lettore qui me escrevero pra comentar as bobage qui io escrevia.
E quero fazere um agradecimento speciale à lettora Badiha Jarouche, qui me a escrito tutta as settimana, desde qui questa coluna a começado, e, citando o nome dela, homenagear tutto os mios lettore.
Como dicia o grand Juó Bananére, “poeta, barbière e soldato”, eterno “gandidato a Academia Baolista de Letras”, “vai a primiéra pombigna dispertada, I maise otra vai disposa da primiéra; I otra maise, i maise otra, i assi dista maniera,Vai s'imbota tutta pombarada”.
Assim como as pombigna do Juó Bananére, io também ponho a mia viola no saco e vou m’embora.
Fica com Dio. Qui Gesu e Nossa Senhora da Aparecida proteja tutta su famiglia. Arrivederci.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
As lembrança
Io estava outro giorno pensando nas coisa qui tenha me acontecido na vita, as boa e as ruim, fazendo um desses balanço, qui a gente costuma fazer, em fim de anni, cuando io a chegato a conclusione qui a gente leva desse mondo um rosário de momentos e sensaciones. Alguns deles são bono e outros, não multo.
O mio zio Zeca, por exemplo, qui a sido o único integrante da família Moratti na grand finale de 1950 entre Brasile e Uruguai...
O signore si lembra qui o Brasile precisava só de um empate pra virar campione do mondo e non é qui eles me perde do Uruguai. O mio Zeca dice qui a ficato com um gosto ruim na boca, com um sapore de fel entre os dente, cuando a visto o maledeto do Giggia, entrando na área brasiliana, avançando com perigo, até chutar rasteiro a bola qui me passou debaixo da barriga do povero Barbosa. Uruguai 2 a 1. Brasile derrotado.
Uma disgrazia nacionale. Um país em luto. Felizmente pro mio zio Zeca a tristeza dele a durado pouco. Nesse giorno, ele a conhecido uma belíssima dona na praia de Copacabana, com quem ele si casou e tive vários filho. Assim, a pior lembrança da vita dele é também associada a melhor de tutti.
As mia lembrança de futebole son mais felice. Lembro da maior equipe de tutto os tempo qui a pisado em cima dos gramado. Era um ataque fulminante, histórico, fundamentale: Durvale, Mengalvilo, Coutino, Pelé e Peppe. Io non sou torcedore do Santos, mais cuando esses moço giocava junto os mio olho se enchia de piacere. Era uma orquestra em campo, uma vertigem, algo mágico, qui nunca mais vai se repetir na história dos tempo.
Outras bela recordacione son o primo baccio apaixonado em uma dona, a namorada, aquela fragrância perfumada qui cobriu minha existência de encanto e fascinacione.
A vez em qui io a viajado solo para o exterior. Me recorda a paisage da primavera em Parisi; de um Sol de outono em Venezia, uma das piu bela citá del mondo; uma noite speciale de multo fredo em Londra, a neve cobrindo e tapando a janela de um apartamento no último andar.
Como se esquecer o giorno em qui se pede a mulher amata em casamento, o nascimento de um filho, a prima vez qui vai se buscar o menino na porta da escola, o momento em qui o bambino anda de bicicleta e sai pedalando pelo mondo afora.
Momentos simples e mágico: o cheiro do pão assando; o rosto da mia nonna preparando a Ceia de Natale; a mão do mio papa estendida para a mia.
Cuanto as má lembrança non lo sei. Prefiro manter uma colecione dos bom momento, um rosário de conquista e felicitá. Multa gente mantene aberto su baú de rancores. O mio fica fechado. Sempre.
O mio zio Zeca, por exemplo, qui a sido o único integrante da família Moratti na grand finale de 1950 entre Brasile e Uruguai...
O signore si lembra qui o Brasile precisava só de um empate pra virar campione do mondo e non é qui eles me perde do Uruguai. O mio Zeca dice qui a ficato com um gosto ruim na boca, com um sapore de fel entre os dente, cuando a visto o maledeto do Giggia, entrando na área brasiliana, avançando com perigo, até chutar rasteiro a bola qui me passou debaixo da barriga do povero Barbosa. Uruguai 2 a 1. Brasile derrotado.
Uma disgrazia nacionale. Um país em luto. Felizmente pro mio zio Zeca a tristeza dele a durado pouco. Nesse giorno, ele a conhecido uma belíssima dona na praia de Copacabana, com quem ele si casou e tive vários filho. Assim, a pior lembrança da vita dele é também associada a melhor de tutti.
As mia lembrança de futebole son mais felice. Lembro da maior equipe de tutto os tempo qui a pisado em cima dos gramado. Era um ataque fulminante, histórico, fundamentale: Durvale, Mengalvilo, Coutino, Pelé e Peppe. Io non sou torcedore do Santos, mais cuando esses moço giocava junto os mio olho se enchia de piacere. Era uma orquestra em campo, uma vertigem, algo mágico, qui nunca mais vai se repetir na história dos tempo.
Outras bela recordacione son o primo baccio apaixonado em uma dona, a namorada, aquela fragrância perfumada qui cobriu minha existência de encanto e fascinacione.
A vez em qui io a viajado solo para o exterior. Me recorda a paisage da primavera em Parisi; de um Sol de outono em Venezia, uma das piu bela citá del mondo; uma noite speciale de multo fredo em Londra, a neve cobrindo e tapando a janela de um apartamento no último andar.
Como se esquecer o giorno em qui se pede a mulher amata em casamento, o nascimento de um filho, a prima vez qui vai se buscar o menino na porta da escola, o momento em qui o bambino anda de bicicleta e sai pedalando pelo mondo afora.
Momentos simples e mágico: o cheiro do pão assando; o rosto da mia nonna preparando a Ceia de Natale; a mão do mio papa estendida para a mia.
Cuanto as má lembrança non lo sei. Prefiro manter uma colecione dos bom momento, um rosário de conquista e felicitá. Multa gente mantene aberto su baú de rancores. O mio fica fechado. Sempre.
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